segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Êta vida...de porco


Quando eu pensei que ela estava chegando ao seu fim, lá vem a danada da tal gripe suína (ou, nas palavras talvez não tão entendidas da minha prima, influenza A) e prorroga as tediosas férias. Sim, isso para mim foi uma má notícia, péssima, por sinal. Eu sei que soa estranho não comemorar o fato de ter mais tempo para fazer nada, mas é que se as coisas continuarem tão paradas assim, eu vou pirar de vez.
Enquanto eu ainda não piro definitivamente, eu ando treinando para tal proeza. O treinamento é simples e não requer esforço físico, basta pensar, bastante, de preferência em assuntos que parecem não terem solução possível. Eu, por exemplo, fico lembrando de um, sinto saudade e choro pelo outro, desejo um terceiro, e fico também montando o banco da reserva. Meu coração anda bastante leviano ultimamente. Mas no final das contas, eu estou é sozinha agora, pelo menos teoricamente. Nessas horas eu queria ser uma avestruz, pra esconder a cabeça num buraco, ou um tatu também serve, daí daria para esconder o corpo todo debaixo da terra, e ficar lá matutando minhas bizarrices.
E atenção espíritos de porcos, cuidado com a gripe suína!


“Êta vida, êta vida de cão, a gente ri, a gente chora, a gente abre o coração...”

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