Hoje eu queimei meu dedo na panela enquanto esquentava as sobras do almoço na casa da tia pra jantar. Os milésimos de segundos que permaneci com o indicador da mão direita encostado na panela foram suficientes pra arder - muito- e fazer uma bolha de formato alongado no dito cujo do dedo.
Mas a queimadura não é nada quando comparada ao choque que eu levei dias desses. Não, não foi da tomada, nem foi aqueles choques de encostar nas outras pessoas, foi choque da cerca elétrica mesmo. Sim, eu consegui a proeza de levar um choque da cerca elétrica, e nem tentando pular o muro eu estava! Fui limpar a piscina, com aquele coador gigante, e daí que o cabo do coador da piscina é de metal e muito longo, e eu obviamente não lembrei das aulas de química (ou seriam de física?) sobre condutores de energia. Encostei o cabo longo de metal na graciosa cerca elétrica, acidentalmente, claro. Agora imaginem a cena, com direito a um grito. Fiquei o resto do dia com um gosto estranho na boca, tipo, como se eu tivesse chupado um prego ou sei lá.
Também me cortei com caco de vidro, ralei e torci o tornozelo, tudo isso no mesmo dia(noite) e no mesmo pé. Estou com um roxo no joelho que insiste em continuar roxo, e já faz uma semana. Tenho tido dores de cabeça constantes, e eventualmente meu estômago se contorce me impedindo de comer.
Assim, eu acho que já tive férias melhores. Mas afinal, o ano tá só começando.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Continuar; pois é.

Não, eu não sei o que escrever, eu só quero é escrever e ponto. Talvez se eu escrever esse enjôo constante passe, assim como a dor de cabeça, constante também. Ou quem sabe escrevendo eu descubro o que fazer das férias, da casa, da cidade, da vida.
O ano de novo não tem nada, tudo igual, tudo me causando náuseas. E algo me leva a crer que estou a meio caminho de desenvolver uma gastrite nervosa.
E pra ajudar esse calor de fritar ovo no asfalto só me faz querer fugir. E mais uma vez, como sempre é e deve ser, eu não sei o que vai se suceder comigo nesse ano. Tenho que me formar, tenho que estagiar, tenho que fazer TCC, tenho que socializar, tenho que sorrir, tenho que resolver os problemas dentro/fora de casa. Daí que eu não sei como fazer tudo, nem por onde começar.
Alguém aí me passe um café quente e uma coca-cola gelada. Fico nervosa e quero cafeína. Fico nervosa e quero estrangular alguém. Fico nervosa e fico repetitiva. Fico nervosa e quero por pra fora do estômago tudo aquilo que nem entrou.
Mas sabe, a vida é isso aí, é cheia de perrengues pra gente não se entediar. Assim, feliz de fato eu não estou, mas estou trabalhando pra ser, juro que estou. O que tá difícil é carregar algumas pessoas comigo nessa tarefa. Mas vai dar certo, tem que dar né!? Afinal, eu também mereço! Não posso viver só de despedidas e choros doídos, nem só de problemas sem solução.
Uma temporada de sorrisos tem que vir. De sorrisos, abraços e cappuccinos gelados – pra enfrentar o calor do verão.
Então, é isso. Não entendi direito o quê, mas é isso.
E não, não tenho sido clara ao me expressar. Nem eu ando me entendendo.
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