terça-feira, 31 de agosto de 2010

Vergonha à parte...


Nada de novo debaixo do sol. E assim caminha minha rotina, com passos de formiga e sem vontade. Bateu uma preguiça de existir nos últimos dias que eu não ando mais, me arrasto. Sem contar que algumas coisas fugiram ao controle, e eu me ferrei por conta de distrações no caminho.
Estou com um sentimento de que vou perder uma coisa que eu queria muito, aliás, ainda quero, e ao invés de correr atrás eu estou simplesmente deixando passar. Shame on me!
Enquanto isso eu vou procurando um jeito de fugir de tudo, pra um lugar bem longe, por tempo indeterminado.
Talvez seja uma nova crise de identidade, tempo de mudanças. Talvez seja só TPM, o que dá na mesma.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Paciência?!


E assim toda a raiva do mundo se concentrou nela. Tá, agora respira.
Respira, porque de resto não vai dar pra fazer nada mesmo, considerando que estrangular as pessoas é moral e legalmente errado. Daí que ela ficou fula da vida, mais uma vez, e achou tudo uma grande injustiça, até mesmo o mais medíocre dos detalhes. Medíocre uma ova – ela pensou. Parecia até pirraça da sorte, destino, de todas essas coisas que ela sempre teimou em contrariar.
E daí que tudo sempre resolve acontecer de uma só vez? Daí que o mundo não podia ser mais maquiavélico do que estava sendo, fazendo tudo de ruim incidir numa só bofetada. Nessa lógica, será que as coisas boas durariam por mais tempo depois de todo esse redemoinho? Não havia otimismo e fé que a fizessem acreditar nisso. Não mesmo, viu.
Agüenta aí minha filha, pior que está não fica. (Não seja besta desafiando a sorte assim, sua insolente!).