quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Continuar; pois é.




Não, eu não sei o que escrever, eu só quero é escrever e ponto. Talvez se eu escrever esse enjôo constante passe, assim como a dor de cabeça, constante também. Ou quem sabe escrevendo eu descubro o que fazer das férias, da casa, da cidade, da vida.
O ano de novo não tem nada, tudo igual, tudo me causando náuseas. E algo me leva a crer que estou a meio caminho de desenvolver uma gastrite nervosa.
E pra ajudar esse calor de fritar ovo no asfalto só me faz querer fugir. E mais uma vez, como sempre é e deve ser, eu não sei o que vai se suceder comigo nesse ano. Tenho que me formar, tenho que estagiar, tenho que fazer TCC, tenho que socializar, tenho que sorrir, tenho que resolver os problemas dentro/fora de casa. Daí que eu não sei como fazer tudo, nem por onde começar.
Alguém aí me passe um café quente e uma coca-cola gelada. Fico nervosa e quero cafeína. Fico nervosa e quero estrangular alguém. Fico nervosa e fico repetitiva. Fico nervosa e quero por pra fora do estômago tudo aquilo que nem entrou.
Mas sabe, a vida é isso aí, é cheia de perrengues pra gente não se entediar. Assim, feliz de fato eu não estou, mas estou trabalhando pra ser, juro que estou. O que tá difícil é carregar algumas pessoas comigo nessa tarefa. Mas vai dar certo, tem que dar né!? Afinal, eu também mereço! Não posso viver só de despedidas e choros doídos, nem só de problemas sem solução.
Uma temporada de sorrisos tem que vir. De sorrisos, abraços e cappuccinos gelados – pra enfrentar o calor do verão.
Então, é isso. Não entendi direito o quê, mas é isso.
E não, não tenho sido clara ao me expressar. Nem eu ando me entendendo.

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