Eu vou e volto, sempre me esqueço mas acabo me lembrando da senha e login desse blog. Bom, desse meu único blog. Quando eu percebo que já está ficando vergonhoso expor as mazelas em feicebuques e tuiter da vida, é pra cá que eu venho, quase sempre sem saber o que fazer com isso aqui.
O caso é que sempre vem essa coisa de escrever quando estou desgambelada pros lados da tristeza. Quando eu acho que estou feliz eu nem acho que tenho blog. Veja bem, quando eu ACHO que estou feliz, porque esse negócio de ficar feliz é mais complicado do que eu achava. É fugaz, como diria o poeta (deve ter algum poeta que diz isso...).
Alegre, feliz, alegre, feliz, alegre, infeliz.
A plenitude é uma fábula sem happy endings.
E a gente só percebe sempre da pior maneira. Eu, pelo menos, só quando já gastei toda a insanidade e todas as palavras e atos mais desbocados que vivem em mim, só depois desse ponto, é que percebo que tudo já foi, que só sobrou eu bradando pro infinito e além. E eu brado com muita raiva, até cair sem forças no chão. Depois, ainda brado mais um pouquinho, e encarno o Dom Casmurro que sempre viveu aqui dentro.
Pelo menos o pôr-do-sol visto do quintal da minha casa continua lindo, assim como as noites de luar.
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